Lula pode perder e se f…?! Militares compraram 51 mil viagras.

abr 19, 2022 by

Lula pode perder e se f…?! Militares compraram 51 mil viagras.

Militares compraram 51 mil viagras. Caminhando Jornal Tv 94

Hiran Roedel /   Editorial 94   

 

O avanço da direita e da ultradireita dá nova roupagem ao cenário político mundial. Desde o fim da URSS, o conservadorismo assume o protagonismo no leste europeu pressionando as fronteiras do que se chama de democracia no Ocidente.

Enquanto a Europa vive sua contradição de tentar esconder que seu estado democrático de direito não seLula pode perder e se f...?! estende aos imigrantes africanos, asiáticos e latinos americanos, os processos eleitorais no velho continente expõem o perfil xenofóbico latente em suas culturas.

Se Inglaterra, Alemanha, Espanha, Itália e Portugal já vinham registrando a expansão da influência do conservadorismo e da extrema direita, agora chegou a vez da França. Apesar do crescimento da esquerda, o 2º turno das eleições presidenciais, mais uma vez, será disputado entre a direita neoliberal e a ultradireita.

Esse quadro político não se distancia muito do cenário brasileiro com a polarização entre Bolsonaro eLula pode perder Lula. Se este último busca agregar forças neoliberais em torno de sua candidatura, por outro lado o presidente segue com seus aliados fisiológico, civis e de farda, que fazem política pensando nos próprios bolsos. E assim vai seguindo o debate entre os conservadores e os ultraconservadores.

Em meio a essa disputa, os escândalos de corrupção se agigantam. As denúncias de que o MEC era usado por pastores como balcão de negócios questionáveis, chegando mesmo a blasfemar a própria bíblia, mobilizou a oposição para criar uma CPI. Porém, a bancada evangélica, adoradora do bezerro de ouro, logo entrou em cena para impedir a apuração dos fatos.

Enquanto isso, segue a todo vapor o desmonte do Estado brasileiro para facilitar a impunidade. ALula pode perder barbárie promovida contra os indígenas por grupos de garimpeiros, contando com a conivência do poder executivo federal, é um grande exemplo. Uma prática que remonta aos tempos da ditadura. Afinal, esses grupos são apoiadores da política de extermínio defendida pelo presidente de plantão.

Mesmo que se substitua o inquilino do Palácio do Planalto, essas ações de terra arrasada não irão desaparecer de um dia para o outro. Mas é preciso dar o primeiro passo para a mudança de cenário, barrando o avanço daqueles que insistem em tentar impedir que a roda da história gire trazendo novos tempos.

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